Localização do Município de Jaguariúna


O Município de Jaguariúna localiza-se na região centro-leste do Estado de São Paulo, (Latitude 22o42'24''S e Longitude 47o59'50''W), abrangendo uma área de aproximadamente 140 km2, com altitude máxima de 732 metros e mínima de 560 m. Tendo sua economia caracterizada pela atividade agropecuária, o município expande e se diversifica, investindo na formação de um parque industrial, incluindo setores de alta tecnologia.

Com a criação do município de Holambra, os limites municipais de Jaguariúna foram alterados, limitando ao norte: Holambra e Santo Antonio de Posse, sul: Campinas, leste: Pedreira e oeste: Paulínia.

A região está situada em pleno contato de duas zonas geomorfológicas: o Planalto Atlântico, na parte oriental e a Depressão Periférica (Bacia do Paraná) na parte ocidental. Na parte correspondente ao Planalto Atlântico, o relevo consiste de morretes alongados paralelos, com topos arredondados e perfil convexo.

Drenagem de alta densidade de cursos d'água e com presença de ravinas e muitos vales fechados caracterizam essa área, além de Dispostos Alvéolos Descontínuos onde se encontram pequenas bacias aluviais, nos vales dos Rios Atibaia e Jaguari, hoje em processo de erosão parcial. Enquanto, na parte da Depressão Periférica, o relevo é pouco movimentado, colinoso, de vertentes suaves e altitudes médias entre 550 e 700 m. Isto induz a uma variada gama de rochas metamórficas pertencentes às Suítes Graníticas Indiferenciadas do Pré-Cambriano e por unidades sedimentares de diversas idades, principalmente os arenitos de granulação variada, imaturos, passando a arcóseos, da Formação Itararé - Grupo Tubarão. Ocorrem também alguns poucos testemunhos de sills de diabásio.

O Município possui o seguinte tipo climático, segundo a classificação de Köppen: Cwa mesotérmico, com verões quentes e estação seca nos meses de maio a setembro com apenas 26% da precipitação anual e, apresentando no mês mais frio, média mensal inferior a 18oC e superior a 3oC. Os meses chuvosos se estendem de outubro a abril, durante o qual caem 74% das chuvas anuais. Observam-se ainda durante o verão precipitações mais intensas e o maior número de dias com ocorrências de chuvas. O verão é o período de maior risco de intensificação das enxurradas e, conseqüentemente, dos processos erosivos. Em relação à vegetação original, a qual era representada pela mata latifoliada tropical, são raros os remanescentes.