Este mapa é produto da reclassificação do uso atual das terras. Ele foi realizado a partir de uma análise numérica e espacial das demandas das categorias de capacidade de uso pelas atividades agrícolas atuais. Os procedimentos usados foram: "capacitação" do mapa de uso atual das terras em termos de demanda de recursos, geração da tabulação cruzada entre os mapas de usos compatíveis e uso atual das terras, análise numérica e cartográfica dos resultados, definição, construção, aplicação e validação de arquivo de regras e cruzamento entre os mapas via manipulação do SIG.
O cruzamento, portanto, entre os planos de uso atual e o de capacidade de uso das terras permitiu identificar, quatro classes de adeqüabilidade de uso dos recursos naturais: adequado, pouco adequado, sub-utilizado e sobre-utilizado. Mas também foram considerados como critérios para a determinação das classes nesta carta de adeqüabilidade, outros aspectos ambientais, além dos puramente agronômicos, pois o objetivo geral deste trabalho é o de conciliar o desenvolvimento agro-econômico com a preservação dos recursos naturais. Assim, por exemplo, todas as áreas com vegetação natural foram reunidas em uma classe à parte, uma vez que a sua preservação deve ter prioridade sobre as atividades agrossilvopastoris, independentemente da capacidade de uso agrícola das terras onde se localizam.

